ANÚNCIO DE VAGAS
Coordenador(a) de Campo – Projecto RENASCER (3 Vagas)
Organização: Associação Salve Bio Moz (ASBIM)
Projecto: RENASCER
Local de trabalho: Província de Cabo Delgado, Moçambique
Vagas disponíveis
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1 vaga – Distrito de Ancuabe
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1 vaga – Distrito de Quissanga
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1 vaga – Distrito de Mocímboa da Praia
1. Objectivo da função
Assegurar a coordenação, supervisão e acompanhamento diário das actividades do Projecto RENASCER no respectivo distrito, garantindo a execução dos planos de trabalho, a utilização adequada dos recursos, a qualidade das intervenções e o cumprimento das metas e dos indicadores definidos.
2. Principais responsabilidades
2.1. Coordenação e implementação das actividades
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Coordenar a implementação diária das actividades do projecto no distrito sob sua responsabilidade.
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Elaborar e acompanhar planos de trabalho semanais e mensais, em coordenação com a equipa de gestão do projecto.
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Assegurar que as actividades sejam executadas de acordo com os planos aprovados, os prazos estabelecidos e os objectivos definidos.
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Acompanhar a implementação das intervenções de segurança alimentar e meios de subsistência, saúde, nutrição, WASH e protecção.
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Identificar desafios operacionais e propor soluções para garantir a continuidade das actividades.
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Assegurar a articulação entre as diferentes componentes do projecto para promover uma resposta integrada às necessidades das comunidades.
2.2. Supervisão e gestão das equipas
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Coordenar e supervisionar as equipas de campo, mobilizadores comunitários e outros profissionais afectos ao projecto no distrito.
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Distribuir tarefas e acompanhar o desempenho das equipas, em conformidade com os planos de trabalho.
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Realizar reuniões regulares de coordenação e acompanhamento das actividades.
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Identificar necessidades de capacitação e apoiar o desenvolvimento das competências dos trabalhadores de campo.
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Promover o cumprimento dos procedimentos operacionais, das normas de segurança e do código de conduta da organização.
2.3. Mobilização e participação comunitária
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Facilitar a mobilização e o envolvimento das comunidades nas actividades do projecto.
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Trabalhar com líderes comunitários, autoridades locais, comités comunitários e outros intervenientes relevantes.
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Apoiar a identificação das necessidades prioritárias das famílias vulneráveis, incluindo pessoas deslocadas internamente, famílias regressadas e comunidades de acolhimento.
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Promover a participação inclusiva de mulheres, jovens, pessoas com deficiência e outros grupos em situação de vulnerabilidade.
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Apoiar a divulgação dos objectivos, critérios de selecção, actividades e mecanismos de reclamação do projecto.
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Garantir que a assistência seja prestada com dignidade, transparência, imparcialidade e respeito pelos princípios humanitários.
2.4. Monitoria, recolha de dados e elaboração de relatórios
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Acompanhar o progresso das actividades e o cumprimento das metas e dos indicadores distritais.
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Assegurar a recolha correcta e atempada dos dados de implementação.
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Verificar a qualidade, consistência e fiabilidade das informações reportadas pelas equipas de campo.
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Elaborar relatórios semanais e mensais de progresso, incluindo actividades realizadas, beneficiários alcançados, constrangimentos e recomendações.
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Comunicar atempadamente os atrasos, riscos operacionais e situações que exijam intervenção da coordenação do projecto.
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Colaborar com a equipa de Monitoria, Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizagem (MEAL), quando aplicável.
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Apoiar visitas de monitoria, avaliações, auditorias e missões de acompanhamento.
2.5. Coordenação institucional
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Manter uma relação de trabalho regular com as autoridades distritais e os serviços governamentais relevantes.
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Articular com os serviços distritais competentes nas áreas de saúde, agricultura, acção social, infra-estruturas e outras áreas abrangidas pelo projecto.
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Participar em reuniões distritais de coordenação e fóruns relevantes, mediante orientação da gestão do projecto.
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Facilitar a comunicação entre as equipas de campo, a coordenação técnica e a direcção do projecto.
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Promover a complementaridade das intervenções com outros actores humanitários e de desenvolvimento presentes no distrito.
2.6. Gestão de recursos e logística
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Acompanhar a utilização dos materiais, equipamentos e recursos disponibilizados para a execução das actividades.
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Planificar as necessidades operacionais e logísticas das equipas de campo.
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Assegurar o uso responsável dos bens e recursos da organização.
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Apoiar a preparação de requisições e a prestação de contas das actividades, de acordo com os procedimentos internos.
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Comunicar necessidades de manutenção, reposição de materiais ou apoio logístico à coordenação do projecto.
2.7. Protecção, salvaguarda e prestação de contas
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Assegurar o cumprimento das políticas de protecção e salvaguarda da ASBIM.
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Prevenir situações de exploração e abuso sexual, assédio, discriminação, fraude e abuso de poder.
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Garantir que os beneficiários conheçam os canais de feedback e reclamação disponíveis.
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Encaminhar reclamações e incidentes pelos canais institucionais apropriados, respeitando a confidencialidade.
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Proteger os dados pessoais dos beneficiários e assegurar que a sua recolha e utilização respeitem os procedimentos aplicáveis.
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Comunicar imediatamente situações de risco para a segurança das equipas ou das comunidades, seguindo os protocolos estabelecidos.
3. Requisitos e qualificações
Os candidatos deverão reunir, preferencialmente, os seguintes requisitos:
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Licenciatura em Desenvolvimento Rural, Agronomia, Saúde Pública, Nutrição, Ciências Sociais, Gestão de Projectos, Administração Pública ou áreas afins.
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Experiência profissional relevante na coordenação, supervisão ou implementação de projectos comunitários, humanitários ou de desenvolvimento.
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Experiência de trabalho com comunidades vulneráveis e organizações comunitárias.
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Conhecimentos de planificação operacional, monitoria de actividades e elaboração de relatórios.
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Capacidade de coordenar equipas e estabelecer relações de trabalho com autoridades locais e parceiros.
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Conhecimentos de informática na óptica do utilizador, particularmente Microsoft Word e Excel.
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Domínio da língua portuguesa, falada e escrita.
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Conhecimento das línguas locais faladas no distrito para o qual se candidata, constituindo uma vantagem.
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Disponibilidade para trabalhar regularmente nas comunidades e realizar deslocações no distrito de afectação.
4. Experiência preferencial
Constituirão vantagens adicionais:
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Experiência anterior em organizações não-governamentais nacionais ou internacionais.
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Experiência em projectos integrados de segurança alimentar, meios de subsistência, saúde, nutrição, WASH ou protecção.
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Experiência em contextos de emergência humanitária, deslocamento populacional ou recuperação pós-crise.
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Conhecimento dos mecanismos de coordenação humanitária e das estruturas administrativas e comunitárias de Cabo Delgado.
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Experiência na utilização de ferramentas digitais de recolha de dados, como KoboToolbox ou outras plataformas semelhantes.
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Conhecimentos de princípios humanitários, protecção comunitária, inclusão e prestação de contas às populações afectadas.
5. Competências profissionais
Os(as) candidatos(as) deverão demonstrar:
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Capacidade de liderança, organização e coordenação de equipas.
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Boa comunicação e capacidade de negociação.
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Planeamento, gestão do tempo e orientação para resultados.
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Capacidade de resolução de problemas e tomada de decisões.
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Integridade, responsabilidade e respeito pela confidencialidade.
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Capacidade de trabalhar sob pressão e adaptar-se a contextos operacionais complexos.
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Espírito de equipa e facilidade de relacionamento com diferentes actores.
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Sensibilidade para questões de género, deficiência, protecção e inclusão social.
6. Locais de afectação
Os candidatos deverão indicar claramente, no momento da candidatura, o distrito a que pretendem concorrer:
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Coordenador(a) de Campo – Ancuabe: baseado no distrito de Ancuabe, com deslocações às comunidades abrangidas pelo projecto.
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Coordenador(a) de Campo – Quissanga: baseado no distrito de Quissanga, com deslocações às comunidades abrangidas pelo projecto.
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Coordenador(a) de Campo – Mocímboa da Praia: baseado no distrito de Mocímboa da Praia, com deslocações às comunidades abrangidas pelo projecto.
A afectação estará condicionada às necessidades operacionais, às condições de acesso e aos protocolos de segurança em vigor.
7. Documentos de candidatura
Os interessados deverão apresentar:
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Carta de motivação, indicando o distrito para o qual se candidatam.
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Curriculum Vitae actualizado, com contactos telefónicos e endereço electrónico.
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Cópias dos certificados académicos e profissionais relevantes.
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Contactos de pelo menos duas referências profissionais.
8. LOCAIS DE AFECTAÇÃO
Os candidatos deverão indicar claramente, no momento da candidatura, o distrito a que pretendem concorrer:
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Coordenador(a) de Campo – Ancuabe: baseado no distrito de Ancuabe, com deslocações às comunidades abrangidas pelo projecto.
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Coordenador(a) de Campo – Quissanga: baseado no distrito de Quissanga, com deslocações às comunidades abrangidas pelo projecto.
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Coordenador(a) de Campo – Mocímboa da Praia: baseado no distrito de Mocímboa da Praia, com deslocações às comunidades abrangidas pelo projecto.
A afectação estará condicionada às necessidades operacionais, às condições de acesso e aos protocolos de segurança em vigor.
9. DOCUMENTOS DE CANDIDATURA
Os interessados deverão apresentar:
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Carta de motivação, indicando o distrito para o qual se candidatam.
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Curriculum Vitae actualizado, com contactos telefónicos e endereço electrónico.
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Cópias dos certificados académicos e profissionais relevantes.
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Contactos de pelo menos duas referências profissionais.
10. SUBMISSÃO DAS CANDIDATURAS
As candidaturas deverão ser enviadas para:
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Endereço electrónico: recrutamento@asbim.org.mz
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Assunto do e-mail: Candidatura – Coordenador(a) de Campo – [Indicar Ancuabe, Quissanga ou Mocímboa da Praia]
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Prazo de candidatura: 30 de Outubro de 2026
Associação Salve Bio Moz (ASBIM)
Rua do Ibo, Cidade de Pemba, Província de Cabo Delgado, Moçambique.
Os candidatos interessados em mais de um distrito deverão indicar expressamente essa preferência na carta de motivação. Apenas os candidatos pré-seleccionados serão contactados para as etapas seguintes do processo de recrutamento.
11. IGUALDADE DE OPORTUNIDADES E SALVAGUARDA
A ASBIM promove a igualdade de oportunidades e incentiva a candidatura de pessoas qualificadas, independentemente do género, condição social ou deficiência.
A organização mantém uma política de tolerância zero relativamente à exploração e abuso sexual, assédio, discriminação, fraude e outras formas de abuso. Todos os profissionais seleccionados deverão cumprir o código de conduta e as políticas institucionais de salvaguarda.
A ASBIM reserva-se o direito de verificar as qualificações e referências profissionais apresentadas, em conformidade com os procedimentos de recrutamento aplicáveis.